Visita ao Museu que nos abana


No dia 20 de março foi realizada a visita de estudo ao Quake, um Museu que nos abana, nos faz tremer e volta a abanar como sucedeu no dia 1 de novembro de 1755 em Lisboa.

Fomos confrontados com várias atividades interativas muito interessantes que nos mostraram os estragos causados pelos terramotos e a importância da prevenção. Numa das salas são-nos dados 15 segundos para clicar em botões que representam ações, no final desse tempo aparece num ecrã os erros e acertos, permitindo uma melhor compreensão das medidas a tomar em situação de tremores de terra.

Ficamos, também, a saber o papel importantíssimo que Marquês de Pombal teve na reconstrução da cidade de Lisboa após o terramoto de 1755, tendo os edifícios sido construídos com uma estrutura tridimensional de madeira incorporada nas paredes de alvenaria. Este tipo de construção antissísmica ficou conhecida como “gaiola pombalina”.

Este Museu difere dos restantes já que não há outro que abane tanto. Também nos ajuda a saber o que fazer caso a terra abane como outrora. O Quake explica que um sismo ocorre devido à libertação de energia no interior da crosta terrestre e que essa energia, ao propagar-se, origina vibrações e posteriores abanos em edifícios e outras estruturas (mas isso nós já sabemos...).

Uma das salas mais interessantes é a do grande tremor numa igreja. Estamos sentados nos bancos da igreja e... os bancos começam a tremer demasiado, a estrutura começa a desmoronar e temos de fugir da igreja. Quando saímos, encontramos uma representação dos estragos causados pelo grande abalo e posteriores incêndios fora de controlo nas ruas de Lisboa, até que ocorre uma onda gigante (Tsunami), a qual causou inúmeras mortes, pois a população, para fugir aos incêndios, aproximou-se da beira-rio e foi “engolida” pelas águas.

Esta viagem no tempo à Lisboa de 1755, no fatídico dia de 1 de novembro, foi uma experiência e tanto! Que abanão!

 

Trabalho realizado por:
Catarina Franco, Diana Abreu, Matilde Silva e Francisco Teixeira - 11ºA
(no âmbito da disciplina de Biologia-Geologia)

 

Acreditam em viagens no tempo?

Nós acreditamos!

No Quake, viajámos até ao dia 1 de novembro de 1755 com a ajuda do professor Luís.

Esta experiência foi única e proporcionou-nos a oportunidade de explorar, de forma imersiva e interativa, um dos eventos naturais mais significativos da história de Portugal: o terramoto que assolou Lisboa em 1755.

O Quake é um museu diferente dos tradicionais, uma vez que neste museu, para além de exposições visuais, também podemos interagir com o que está exposto. Este museu é dedicado ao estudo dos sismos e ao impacto do terramoto de 1755, utilizando simulações realistas e atividades interativas, o que torna a aprendizagem mais envolvente. Algumas das estações interativas simulavam o movimento das placas tectónicas e os consequentes fenómenos naturais, como sismos e tsunamis.

O que mais nos surpreendeu foi a possibilidade de vivenciar o que seria um terramoto, através das simulações que recriaram o sucedido em 1755. Isso permitiu-nos entender melhor os mecanismos geológicos geradores de sismos e, ao mesmo tempo, refletir sobre como um acontecimento desta magnitude pode afetar as pessoas, os edifícios e as infraestruturas de uma cidade. Aprendemos, ainda, sobre a resiliência de Lisboa e a forma como a cidade se reergueu após a tragédia.

Além disso, a visita ao Quake ajudou-nos a perceber a importância da preparação e da prevenção face a fenómenos naturais como os sismos. O museu mostrou-nos várias formas de minimizar os estragos de um terramoto, como a construção de edifícios mais seguros e as medidas a tomar antes, durante e após o evento. Este conhecimento é essencial, pois, embora não possamos evitar a ocorrência de sismos, podemos adotar estratégias que protejam as pessoas e as infraestruturas das nossas cidades.

Para nós, esta visita foi uma oportunidade valiosa para refletirmos sobre o papel da educação na criação de uma sociedade mais esclarecida e preparada para lidar com desastres naturais. Através de experiências como esta, é possível sensibilizar os jovens e os menos jovens para a importância da prevenção e para a necessidade de agir com responsabilidade em situações de risco.

Saímos de lá mais preparados para reagir a um eventual sismo ou outro fenómeno natural e recomendamos, vivamente, a visita a este museu.

Espere o inesperado!

 

Trabalho realizado por:
Mariana Carreiro, Sofiya Zholob, Sara Machado, Marta Mayor e Mafalda Lopes - 11ºA
(no âmbito da disciplina de Biologia-Geologia)



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